segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Teló em idioma polaco, "Ai Se Eu Te Pego"



A música do sertanejo paranaense Michel Teló, "Ai Se Eu Te Pego", ganhou versão em idioma polaco.
A dupla "Drossel" canta "Slodka" (pronuncia-se suódca), ou "doce", que substitui o refrão "delícia".
Teló é paranaense de Medianeira, cidade no Norte do Paraná, onde nasceu em 1981. Seu single "Ai Se Eu Te Pego" chegou a primeira posição em Portugal, Espanha e Itália deixando para trás grandes nomes da música mundial como Adele, Rihanna, Lady Gaga, David Guetta e Usher. Também bateu o record de canção brasileira com maior número de visualizações do Youtube, com quase 80 milhões acessos. Ainda em 2011, foi a décima pessoa mais acessada da Google Brasil. O cachê de Michel está em cerca de 150 mil por show e ao lado de Jorge & Mateus, Luan Santana e Paula Fernandes, Gusttavo Lima foram os maiores cachês do país.
Ouça a versão polaca:



A dupla Drossel foi formada, em 2002, pelos irmãos Tomasz e Krzysztof (pronuncia-se kjistóf) e desde então vem fazendo shows em discotecas e festas de casamento, além de shows por toda Polônia. Assim como o brasileiro Teló, os irmãos Drossel são de uma pequena cidade da região da Pomerânia polaca, chamada Pelplin, de menos de 10 mil habitantes. O negócio dos irmãos Drossel é músicas Disc e Polo e talvez nem saibam sobre o sertanejo universitário do paranaense Teló.

Fonte: http://iarochinski.blogspot.com

Retornei

Olá deixei um pouco abandonado o Blog mas agora voltei com postagens sobre a Polonia sobre os polacos de la e do Brasil.....

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Musica Polonesa - Bayer Full


Bayer Full - Moja złotowłosa Anna

Mam dziewczynę jak malinę , co ma złote włosy .
Kilka piegów na swym nosku , i brązowe oczy .
Ona serce ma ze złota , ze złota ma duszę .
Dla mnie Ania jest jedyną , najpiękniejszą jest .

Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Każdą długą czarną nocą , tylko o niej śnię .
Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Jedno tylko mam marzenie , by kochała mnie .

Ktoś powiedział , co ty robisz , możesz mieć ładniejszą .
Ja mu na to , ona dla mnie , tak jest najpiękniejsza .
Ona serce , ma ze złota , ze złota ma duszę .
Otworzyłem , serca wrota , o niej śpiewać chcę .

Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Każdą długą czarną nocą , tylko o niej śnię .
Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Jedno tylko mam marzenie , by kochała mnie .

Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Każdą długą czarną nocą , tylko o niej śnię .
Moja złotowłosa Anna , nie wie o tym że ,
Jedno tylko mam marzenie , by kochała mnie

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Programa Em Movimento.

Pesquisando no youtube , encontrei essa reportagem do Programa Em Movimento, mostrando que a cultura polonesa não esta só no sul....




A carroça é contribuição polaca para o Brasil.

Foto: Lineu Filho
É sabido entre a etnia que os polacos transformaram, no Paraná, as outroras incultas terras do Estado em celeiros agrícolas. Introduziram e difundiram novas técnicas agrícolas, novas ferramentas, novos produtos e uma mentalidade agrícola muito avançada para a época.
Mas talvez, o que mais caracterizou a imigração polaca no Paraná e no Sul do Brasil foi a aceitação e difusão, na região, da carroça. O uso em grande escala desse transporte gerou na região o que se poderia chamar de "ciclo da carroça". Houve até uma guerra em Araucária entre imigrantes polacos e nativos por causa da carroça. E tudo começou por causa das "cangas" de folhas de erva-mate. Enquanto o nativo transportava duas delas por dia pra levar as fábricas de chá mate e chimarrão "Leão" e "Real", o produto da colheita das folhas da erva, os polacos com as carroças faziam 14 viagens diárias no mesmo trajeto. Descontente, os nativos, atacaram os polacos e seus filhos. Houve muita pancadaria...tudo por causa da carroça polaca.
A imigração polaca no Paraná se destacou muito por essa difusão da carroça (wóz) puxada por dois cavalos. A carroça representou um ciclo intermediário entre o transporte em lombo de burro e o transporte ferroviário e rodoviário. A carroça possuía um cabeçalho (dyszel), na ponta do qual era atrelado o arreamento (sciengel) do cavalo. As rodas da carroça possuíam uma chapa de aço (rajfa) e raios de madeira (sprechy). Os fueiros (konica) seguravam as paredes (wasong, zotol), artisticamente entalhadas e pintadas em várias cores. A carroça podia ser usada para transportar pessoas, quando eram colocados assentos de mola, ou para transportar cargas de até meia tonelada. Em dias de festa, eram colocados os guizos na coleira dos cavalos. A carroça polaca era bastante diferente da charrete italiana, mais leve e para um cavalo apenas.
A lavoura tipicamente polaca trouxe ao Brasil ferramentas cujo modelo só é encontrado nesta região: arado (plug), aradinho de três lâminas (radło), grade retangular (brona), grade triangular (bronka), carrinho sem rodas puxado por cavalo (sanie), ventilador para cereais (mlynek), foicinha (sierp), gadanha (kosa), moedor de milho (żarny), picador de palha (siedczarka), berço balançante (kolyska), costurador de pele curtida (szydło). No prédio da casa e do paiol sempre havia o sótão (piętro), onde era possível guardar sementes ou feno para o inverno. Alguns utensílios domésticos eram típicos: fazedor de manteiga (maslanka), azedador de repolho (beczka).
O krżan, raiz branca amarga usada na świenconka, até hoje não possui um termo equivalente em português. No final do verão, o feno ou papuã era secado e empilhado ao redor de um tronco (klopa) para servir de alimento para o gado no período do inverno. Plantava-se batata-doce, batata inglesa, repolho, ervilha, centeio, feijão, arroz, linhaça, cebola, alho, beterraba. Para malhar o trigo ou para descascar o milho no paiol, havia mutirão (pisieron); que sempre acabava em baile. Quando um lavrador, passando pela estrada, enxergava um colega a capinar a lavoura, levantando o chapéu, bradava: "Deus te ajude!" (Boże pomagai! ), ao que o outro respondia: "Deus te pague!" (Bóg zapłac).
Em cada propriedade, era costume haver uma criação de animais que incluía vaca de leite, touro e porco para a carne, galos e galinhas para produção de ovos, cavalos para a tração animal. Por isso, sempre havia estábulo (stajnia), chiqueiro (chlewek), galinheiro (kurnik); incluindo residência e paiol para depósito e garagens. Em cada propriedade rural havia no mínimo cinco construções cobertas com telhas de barro. Os animais criados para a defesa da propriedade eram os cachorros; os gatos moravam no paiol para caçarem os ratos. De vez em quando, no leilão da festa da igreja, era interessante arrematar um cachaço para poder melhorar a raça da criação de porcos. O mesmo podia acontecer ao arrematar uma abóbora, um casal de marrecos ou gansos, para produzir penas para o edredom (pierzyna), um cabrito, ou um coelho.
O Brasil, com exceção dos Estados sulistas, principalmente no Paraná, foi lançado abruptamente da era do muar, das tropas, para a era dos transportes rodoferroviários. No Paraná, desenvolveu-se um ciclo intermediário de transporte: o da carroça. Embora a imigração tenha sido basicamente camponesa, também apresentou um número surpreendentemente elevado de intelectuais que, de diversas formas, contribuíram para o desenvolvimento do saber e da ciência, como o professor e coreógrafo Tadeusz Morozowicz, na área da dança; Józef Siemeradzki, geólogo, foi quem elaborou o primeiro esboço geológico do Paraná. Tadeusz Chrostoski, ornitólogo, chegou a recolher 10 mil exemplares da fauna paranaense, em 3 oportunidades diversas. Os compêndios organizados por ele, com os pássaros paranaenses para o Museu de Varsóvia registraram mais verbetes do que o próprio Atlas Ornitológico do Brasil. Outro importante polaco foi o médico Szymon Kossobudzki, que como um dos fundadores da primeira universidade brasileira (a do Paraná), instalou a cirurgia, na então, nascente Universidade do Paraná, sendo justamente considerado o patrono da cirurgia médica no Paraná. Juliusz Szymański (1870-1958), veio para o Paraná em 1912, e instalou clínicas de oftalmologia, além de ter redigido, em português, o primeiro manual desta especialidade para a universidade brasiliera. O padre Józef Góral elaborou um dicionário português-polaco/polaco-português que serviu inúmeras gerações até 1938, quando foi proibido pelo governo de Getúlio Vargas.
Outra importante contribuição ao Paraná e ao Brasil foi dada por Miguelina Issak, entomóloga, que em 1926, percorreu os sertões do Paraná e deixou o resultado de suas pesquisas. Outros inúmeros exemplos poderiam ser mencionados, entre aqueles que transformaram o Paraná a partir do final do século passado.
Ainda é necessário acrescentar que a cultura polonesa tem como seu maior legado em Curitiba a religião católica, pois são inúmeras as igrejas espalhadas pelas colônias e que hoje são bairros da capital paranaense. Além é claro da culinária, pois por influência da cozinha polaca, o curitibano aprendeu e gostou de comer repolho azedo, pastel de requeijão cozido (pierogi), sonho, cueca virada, cuque (pão doce) e as tradições folclóricas criadas no Clube União Juventus, Sociedade Tadeusz Kosciuszko, Sociedade Józef Pilsudzki, Centralny Zwiazek Polaków e que atualmente estão presentes nas festividades do Bosque do Papa e no Festival de Etnias do Paraná.

Fonte: http://iarochinski.blogspot.com

‘Tem que ir na Ana Maria’ apresenta a receita de pierogi, prato típico polonês



O quadro "Tem que ir na Ana Maria" viajou até Curitiba para conhecer a receita de um pastel polonês: o pierogi. Lá, a equipe conheceu Tadeu e Maria Kawalec. O casal trouxe a especiaria da Polônia e está fazendo muito sucesso nas feiras da capital paranaense. Ana Maria Braga recebeu o casal no programa desta sexta-feira, 17 de junho. Ele ensinou a receita da guloseima para os telespectadores.

“Nós poderíamos começar essa conversa assim: era uma vez, a história do Tadeu e da Maria, pois muitas coisas aconteceram antes do pierogi. Dessa vez, a dica do ‘Tem que ir na Ana Maria’ veio lá de Curitiba, no Paraná. O repórter Felipe Suhre foi lá conferir”, anunciou Ana Maria Braga.

Na reportagem, Felipe contou que o personagem principal de hoje é um imigrante polonês. Ele conversou com alguns curitibanos que conhecem a especiaria de Tadeu. Em 1990, ele já vendia o prato na feira. “Essa massinha que parece um raviolli, é o pierogi”, mostrou o repórter.

Na feira do Largo da Ordem, uma das mais populares de Curitiba, o repórter finalmente encontrou Tadeu Kawalec. Felipe comprovou que a receita faz realmente muito sucesso entre os curitibanos. “Pierogi é o trabalho de toda a família”, destacou o polonês, que ainda possui um forte sotaque de seu país de origem.

Devoto de Nossa Senhora de Fátima, ele recebeu a réplica da santa como um presente de Ana Maria Braga. Tadeu ficou muito emocionado ao ser informado que participaria do quadro da apresentadora. “Não tenho palavras”, disse ele. A esposa, Maria, contou que o convite é recebido como uma forma de reconhecimento do trabalho de sua família.

Na casa, o casal foi recebido por Ana Maria Braga. Tadeu presenteou o Louro José com uma camiseta do Paraná, que leva a estampa da gralha azul, símbolo do estado. O casal comentou como se estabeleceu no Brasil. A apresentadora mostrou a receita do famoso pierogi da família.

Tadeu contou que, na feira, são vendidos aproximadamente 2500 pierogis por dia. “Há 22 anos, eu comecei a trabalhar na cozinha de uma loja de automóveis. Anos depois, andando pela feirinha de domingo, eu percebi que não tinha barraca polonesa. Então, eu fui o pioneiro da ideia. O primeiro domingo de trabalho foi o maior sucesso”, relatou ele.

Ana Maria mostrou como o prato é feito, em seguida, ela experimentou a receita. “É molinha a massa, e dentro é muito bonita”, elogiou. A apresentadora experimentou e aprovou o prato. Ela pediu uma salva de palmas ao casal e agradeceu a presença dos dois. “Não é à toa que vocês fazem sucesso por lá. Muito obrigada”, finalizou.

JOÃO PAULO II BEATIFICAÇÃO


O Papa João Paulo II foi beatificado no dia 1º de maio, que neste ano coincide com a festa da Divina Misericórdia, no segundo domingo da Páscoa. Quem fez o anúncio hoje foi o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi SJ, após a divulgação da aprovação do decreto sobre o milagre da cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre Normand do Mal de Parkinson, atribuído à intercessão de Karol Wojtyla.

Karol Wojtyla - nome de batismo de João Paulo II - foi o 264º Pontífice da Igreja Católica, o primeiro de origem eslava. Ele faleceu em 2 de abril de 2005, após mais de 25 anos como Sucessor de São Pedro.

Processo de beatificação

- 28/04/2005 - Bento XVI concedeu a dispensa do tempo de cinco anos de espera para o início da Causa de Beatificação e Canonização de João Paulo II. A causa foi aberta oficialmente em 28 de junho pelo vigário-geral para a Diocese de Roma, Cardeal Camillo Ruini;

- 02/04/2007 - dois anos após a morte, na Basílica de São João de latrão, em Roma, o Cardeal Camillo Ruini declarou concluída a primeira fase diocesana do processo de beatificação de João Paulo II, confiando os resultados à Congregação para as Causas dos Santos. Isso acontece através de uma cerimônia jurídico-processual durante o qual são lidos, em latim, as palavras para a passagem dos documentos, compostos por 130 testemunhos a favor e contra a beatificação, além da conclusão de teólogos e historiadores a respeito;

- 01/04/2009 - os relatos de possíveis milagres pela intercessão do Papa polonês sob avaliação da Congregação para as Causas dos Santos somam mais de 250;

- 19/12/2009 - com um decreto assinado pelo Papa Bento XVI, são reconhecidas as virtudes heróicas e Wojtyla é proclamado venerável.

O milagre

A religiosa Marie Simon-Pierre Normand foi diagnosticada com Mal de Parkinson em 2001. Segundo o testemunho da freira, a cura pela intercessão do Pontífice aconteceu entre 2 e 3 de junho de 2005, quando ela tinha 44 anos.

Com a notícia do falecimento de Woityła - também ele afetado pelo mesmo mal -, Irmã Marie e suas companheiras de Congregação começaram a invocar o falecido Pontífice para que intercedesse pela cura.

"Após o diagnóstico da minha doença, era difícil para mim ver João Paulo II na televisão. Sentia-me, no entanto, muito próxima a ele na oração e sabia que podia compreender aquilo que ele vivia. Admirava também sua força e coragem, que me estimulavam a não me entregar e a amar este sofrimento. Somente o amor teria dado sentido a tudo isso. Era uma luta cotidiana, mas o meu único desejo era de vivê-la na fé e aderir com amor à vontade do Pai", testemunha Irmã Marie.

Com o anúncio do falecimento de João Paulo, a freira diz que sentiu como se o mundo tivesse vindo abaixo.

"Havia perdido o amigo que me compreendia e me dava forças para seguir adiante. Naqueles dias, senti um grande vazio, mas tive também a certeza da Sua presença viva", relata.

Em 14 de maio - um dia após a dispensa pontífice dos cinco anos de espera para o início da Causa -, as irmãs de todas as comunidades francesas e africanas começam a pedir incessantemente a intercessão de João Paulo II para a cura de Irmã Marie.

Em 2 de junho de 2005, cansada e oprimida pela dor, a religiosa manifestou à Irmã Superiora a sua intenção de ser liberada do trabalho profissional, junto a um hospital, como enfermeira. No entanto, a Superiora convidou-a a confiar na intercessão de João Paulo II. Irmã Marie passa uma noite tranqüila e, ao despertar, se sente curada.

"As dores desapareceram e não sentia nenhuma rigidez nas articulações"! Era o dia 3 de junho de 2005, festa do Sagrado Coração de Jesus. Ao procurar seu médico, ele constata a cura.

"Hoje posso dizer que o amigo que deixou nossa terra está agora muito próximo de meu coração. Fez crescer em mim o desejo pela Adoração ao Santíssimo Sacramento e o amor à Eucaristia, que tem um lugar prioritário na minha vida diária. O que o Senhor me permitiu viver por intercessão de João Paulo II é um grande mistério, difícil de explicar em palavras ... mas nada é impossível para Deus", exclama.

Cronograma da Beatificação

A beatificação do Papa João Paulo II será um grande evento eclesial. Para tal, o Vaticano organiza uma programação especial para o evento do dia 1º de maio, que foi divulgado nesta sexta-feira, 18, através do Boletim da Santa Sé.
O roteiro será divido em cinco etapas, incluindo vigília de preparação, Missa da beatificação e veneração dos restos mortais do futuro beato.

Confira o cronograma:

Dia 30/04

- 20h às 22h30 (1h às 3h30 de 1° de maio, horário de Brasília): Vigília de preparação, no Circo Máximo de Roma, organizada pela Diocese de Roma. A vigília será conduzida pelo Vigário Geral para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini. Na ocasião,o Papa Bento XVI participará através de uma videoconferência.

Dia 01/05

- 10h (15h, horário de Brasília): Missa da beatificação, na Praça de São Pedro, presidida pelo Santo Padre. Não há a necessidade de bilhetes para o ingresso, mas o acesso à Praça e áreas adjacentes estará sob a proteção da segurança pública.

- Após a Missa: Veneração dos restos mortais do novo beato. Todos os fiéis poderão fazer sua veneração, que se estenderá até finalizar o fluxo de pessoas. Os restos mortais serão expostos na Basílica de São Pedro, em frente ao Altar da Confissão.

Dia 02/05

- 10h30 (15h30, horário de Brasília): Missa de Ação de Graças, na Praça de São Pedro. que será presidida pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone. No mesmo dia, acontecerá o enterro dos restos mortais de João Paulo II, na Capela de São Sebastião, numa cerimônia privada.